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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Itajá-RN se prepara para “Impacto Evangelístico”



Prefeito Gilberto Lopes do município de Itajá-RN, com o pastor Edinaldo
Domingos na praça de Eventos, que já está em fase acelerada de conclusão.


A Assembleia de Deus do município de Itajá - RN, que tem como líder o Pastor José Lúcio, está organizando o 1º "Impacto Evangelístico". Este evento também marca as comemorações do 9º aniversário do Programa radiofônico "Mensageiro da Paz" na FM Itajaense, que é apresentado desde a sua fundação pelo Dc. Marcos Gomes.

A programação evangelística acontecerá no dia 29 de setembro de 2012, e estará dividida em dois Blocos:

1º) Durante o dia acontecerá evangelização pessoal de casa em casa com a participação de uma caravana de aproximadamente 100 irmãos que virão de Natal - RN em dois ônibus, exclusivamente para esse momento de evangelização.

2º) À noite às 19:00 horas, acontecerá a Grande Concentração Evangelística em praça pública, com a participação da cantora Rose Nascimento (Rio de Janeiro) e do Conferencista Rogério Trigueiro (Campina Grande). Para a programação da noite, há uma grande expectativa da vinda de caravanas de todas as regiões do RN e também dos estados do Pernambuco, Paraiba e Ceará.
Em contato com o pastor Edinaldo Domingos, o prefeito de Itajá Gilberto Lopes, demontrou que está de mãos dadas com o evento quando disse:
" Reconheço que o trabalho de evangelização da igreja é de grande importancia para a nossa cidade."
Disse mais: "Estamos trabalhando com vários homens, fazendo o

possível para que até o dia 29 de setembro, a nossa Praça de Eventos esteja concluida e em condições de receber a grande multidão, que estará visitando o nosso município "
Palco da Praça de Eventos de Itajá, encontra-se praticamente pronto. Homens continuam trabalhando em ritimo acelerado na conclusão desta grande obra que é um marco da gestão do prefeito Gilberto Lopes, que está encerrando o seu terceiro mandato.


 


PALAVRA PASTORAL: “O Cristão e a Política”



“Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus,
nem aos gregos, nem à igreja de Deus”
. I Co 10.31





Como todos sabem estamos às vésperas das eleições municipais e todos os Membros da Igreja, como cidadãos, têm o direito e a liberdade de escolher, através do voto, os seus representantes conforme a sua consciência e suas preferências.
Através deste Boletim quero lembrar aos obreiros, membros e congregados da IEADERN que a sinceridade com que defendemos nossa doutrina e nossos princípios ao longo desses 94 anos de existência em solo potiguar, nos tem dado credibilidade perante as autoridades, e nos faz merecedores do respeito que elas têm pela nossa denominação.
Já recebi, em meu gabinete, a visita de alguns candidatos que estão pleiteando um mandato nestas eleições, e, certamente, ainda receberei de outros mais. Encaro isto como uma atribuição da presidência da instituição. Como cidadão tenho as minhas preferências. Porém, como Pastor da Igreja, tenho a convicção que pela própria natureza partidária, a política divide as pessoas.
Portanto, aconselho aos meus companheiros, pastores das igrejas filiais, coordenadores de setor, dirigentes de congregação que evitem declarar a sua preferência. A congregação não é e nem deve ser tratada como um “curral eleitoral” em que os membros são tratados como se fossem propriedade de um pastor ou de um grupo político. Lembremo-nos que a igreja é formada por cidadãos das mais diferentes correntes ideológicas, um grupo bastante heterogêneo e, como líderes temos o sagrado dever de conservar a unidade do corpo, que é a igreja, coluna e firmeza da verdade.
Nunca é demais lembrar que já vimos alguns candidatos assinarem “cartas e compromissos de intenções” durante a campanha e após a eleição fazerem justamente o contrário.
Queridos companheiros pastores, portemo-nos de modo que não venhamos a dar escândalo a ninguém. Nós fomos chamados para apascentar o rebanho de Deus. Não para ter domínio sobre ele, mas para servir de exemplo.
“Para que todos sejam um”
Martim Alves da Silva
Pastor Presidente


FONTE: Boletim Semanal da IEADERN, nº 967 – Setembro 2012


 

Ciência na Bíblia - O cientista e a fé



A internet potencializou a incidência de textos apócrifos, grandes ou pequenos. Um escrito apócrifo é todo aquele cuja autoria é questionada, não se pode provar que seja realmente da pessoa a quem é atribuído. Em anos de eleições, por exemplo, a rede fica coalhada de cartas atribuídas a algumas celebridades acerca de algum candidato, sem que a tal pessoa tenha emitido qualquer opinião. Os apócrifos da Bíblia, por exemplo, também são bem conhecidos, excluídos da versão usada pelos evangélicos. Há até mesmo falsas frases creditadas a vultos históricos e escritores que nem mesmo estão mais entre nós para desmenti-las.
Há uma historinha que tem toda cara de apócrifa, mas que vale a pena ser lida.
Ela se passa na França, no final do século 19, e começa com um jovem universitário viajando em um trem, concentrado na leitura de um livro de ciências. A certa altura, ele percebe outro passageiro, um senhor na casa dos 70, lendo atentamente uma Bíblia, no livro de Marcos.
O jovem, do “alto” de sua inteligência, não se faz de rogado ao interromper o ancião:
– O senhor, com essa idade, ainda acredita nesse livro de crendices e contos de fada?
– Mas... Não é um conto de fadas. É a Palavra de Deus. Ou será que não?
– Claro que não! Acho que o senhor deveria estudar história geral, por exemplo. Notaria que há cerca de 1 século, a Revolução Francesa evidenciou a miopia dessas crenças.
– Miopia?
– Claro! Só gente sem cultura acredita que Deus criou o mundo em 6 dias e coisas assim. O senhor deveria procurar saber um pouco mais o que nossos cientistas pensam sobre isso.
– É mesmo? – disse o senhor, sempre tranquilo. – Interessante... O que os cientistas pensam e dizem sobre a Bíblia?
– Olha, meu senhor, eu vou descer na próxima estação e não tenho tempo para ensinar alguma coisa sobre isso. Mas, se o senhor tiver aí um cartão de visitas, eu posso escrever alguma coisa e enviar pelo correio assim que meus estudos me derem uma folga. Desse modo, o senhor poderá pensar melhor sobre isso tudo e poderá ler algo mais interessante – ao dizer isso, olhou para a Bíblia, apontando-a com o queixo.
O ancião pegou um cartão no bolso interno de seu paletó e deu ao rapaz. O jovem o pegou, com um ar meio entediado, e foi saindo. Antes de colocá-lo no bolso ao sair do vagão, leu-o rapidamente. Parou de repente, antes de descer o degrau para a plataforma da estação... E só conseguiu abaixar a cabeça, ruborizado.
No cartão:
Universidade Nacional da França
Instituto de Pesquisas Científicas
Prof. Dr. Louis Pasteur
Diretor

Se isso aconteceu ou não, nem importa. O que vale é que a historinha mostra muito bem a arrogância de muita gente das ciências que, com um pouco de entendimento, julga-se capaz de decidir se Deus existe ou não, ou se Ele é o autor da criação ou de milagres. Enquanto isso, verdadeiros grandes nomes da ciência fizeram muita diferença nas vidas de todos nós, e nem por isso deixaram de ter humildade suficiente para entender a superioridade do Senhor.
Pasteur (1822-1895), por exemplo, foi importantíssimo no reforço da da teoria de que alguns seres microscópicos causam doenças (o que já era dito pela Bíblia) e grande incentivador da prevenção por meio de vacinas. Ele é conhecido pela técnica de higienização por pasteurização, batizada em sua homenagem. Suas experiências ajudaram a derrubar a ideia de que a vida pudesse vir do que não fosse vivo (abiogênese). Acreditava em duas características distintas no homem: a ciência e a fé, e que uma não interferia na outra.
O cientista francês (foto) era ciente de que o conhecimento do ser humano é incompleto, de que o homem está a anos luz de saber os reais segredos do universo, e sempre dissertava sobre isso. Estamos em um constante aprendizado, por mais que saibamos.
Ele poderia se render à sedução da ciência, ceder à arrogância, privilegiando seu ego inflado, como é bastante comum no meio científico em geral. Mas escolheu curvar-se respeitosamente diante do poder maior, o de Deus. Era bem conhecido por não ser um homem religioso, no sentido ruim da palavra, mas que buscava sempre um contato maior e real com Deus, aprendendo tudo o que pudesse sobre o assunto, como autodidata, ou conversando com outras pessoas bem esclarecidas.
E inteligência não lhe faltava para isso.


Apocalipse: O grito e clamor das almas



É importante notar que no livro do Apocalipse, o apóstolo destaca que viu apenas o clamor das almas sob o altar. Quem está clamando? As almas debaixo do altar. A quem elas clamam? Ao Senhor. E como é o seu clamor? Em grande voz. E por que em grande voz? Será desejo de vingança? Não! Este clamor das almas dos mártires tem razões justificadas:
PRIMEIRA: estas almas sob o altar estão vendo o julgamento de Deus ao mundo anticristão; elas mesmas, entretanto, continuam sem justificação, apesar de terem sido as únicas na Terra que, durante a Grande Tribulação, firmaram- se na Palavra de Deus e no testemunho do Senhor Jesus.
SEGUNDA: elas gritam alto para que a honra e o louvor do Senhor Jesus sejam restabelecidos, pelo juízo, sobre aqueles que as mataram, por causa da Palavra de Deus e do testemunho que deram do Senhor. Há uma revolta pelo escárnio do nome de Deus, pois apesar de a humanidade estar vivendo sob os juízos, ainda assim ela mantém o seu coração inalterado com respeito a Deus.
TERCEIRA: elas clamam porque continuam numa situação intermediária, ou seja, estão debaixo do altar e não são glorificadas como aqueles que creram durante o período que antecedeu o arrebatamento.
Naturalmente essa posição as aflige, apesar de já terem a certeza da sua salvação e estarem diante da presença de Deus. Elas alcançaram a salvação por causa da Palavra de Deus e do testemunho do Senhor Jesus, mas isto aconteceu sem o selo do Espírito Santo. Não é como a Igreja arrebatada, que recebeu o carimbo do Espírito Santo, pois está escrito:
"em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória." Efésios 1.13,14
O fato é que os juízos divinos continuavam acontecendo na Terra, enquanto aquelas almas estavam debaixo do altar. Elas precisam esperar o momento certo para poderem se juntar às demais.
Como não estava ainda completo o número daqueles que iriam ser mortos por causa da Palavra de Deus e do testemunho do Senhor Jesus, elas precisavam repousar por mais um tempo, e, assim, esperar que se completasse o número daqueles que iriam ser salvos. Vejamos o que acontece enquanto isso:
"Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram." Apocalipse 6.11
Aquela vestidura branca que receberam simbolizava a justificação. Assim como a Igreja recebeu na Terra o Espírito Santo da promessa como penhor de glória futura, também elas receberam uma vestidura branca, como adiantamento da glória futura, tendo em vista a sua fé na Palavra de Deus e o testemunho que deram do Senhor Jesus em meio à Grande Tribulação.
(*) Estudo bíblico feito pelo bispo Edir Macedo.