No entanto, médicos formados no exterior que já receberam registro
provisório ainda esperam para começar a trabalhar pelo país. Além disso,
como 71% dos registros profissionais ainda não foram liberados pelos
conselhos regionais, os profissionais sem aval para trabalhar estão
sendo pagos para conhecer as unidades, participar de reuniões e observar
colegas em ação.
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