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A
revista “Veja” informa em sua mais nova edição aos seus leitores que as
declarações feitas pelo ex-presidente Lula, 15 dias atrás, de que
“jamais” pediria ao governador Eduardo Campos para não ser candidato a
presidente da República em 2014 não passam de um jogo de cena.
Isso porque, segundo a revista, está em curso um
plano encabeçado pelo Palácio do Planalto para afastar da disputa o
governador de Pernambuco e a ex-senadora Marina Silva.
É que, com esses dois no páreo, dificilmente a
presidente Dilma Rousseff venceria a eleição no primeiro turno e, num
eventual segundo, ficariam contra ela Aécio Neves (PSDB), Marina (Rede) e
Eduardo Campos (PSB).Foi por isso que, diz ainda a revista, “com o
apoio do PT e do PMDB, que são os maiores sócios do consórcio
governista”, a Câmara Federal aprovou um projeto na última quarta-feira
que restringe o acesso de novos partidos ao fundo partidário e ao tempo
de propaganda no rádio e na televisão.
Esse projeto, conclui a revista, praticamente
inviabilizaria os partidos de Marina Silva (Rede Sustentabilidade) e de
Paulo Pereira da Silva (Partido da Solidariedade) e criaria dificuldades
para Eduardo Campos, que sonha em obter num eventual segundo turno o
apoio do partido da ex-ministra do Meio Ambiente.
Redação
@sertaogospel
Com informações de Inaldo Sampaio via Francisco Evangelista
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PATROCINADORA DA MATRIZ DO CD DA BANDA
quinta-feira, 25 de abril de 2013
A ordem do Planalto é “sufocar” Marina e Eduardo Campos, diz a revista “Veja” desta semana
"Se ele fosse homofóbico, não me aceitaria"; afirma decorador gay da casa de Marco Feliciano
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"Só
resolvi falar porque é muita injustiça contra uma pessoa que, de
repente, não é esse monstro que todo mundo está divulgando." Para o
decorador e dono de uma empresa de eventos Aluísio Antônio de Souza, de
35 anos, amigo do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) há 15 anos, os
ataques contra o parlamentar são para prejudicar sua carreira política.
Souza é responsável pela decoração das casas de Feliciano e foi citado
por ele como um amigo gay, para justificar que ele não era homofóbico.
"Não estou a favor dele, simplesmente acho que ele tem todo o direito de
achar e 'desachar' o que quiser. Só que comigo ele respeita. Não acho
que ele pense assim."
Desde quando vocês são amigos e como é essa relação?
Faz bastante tempo. Depois que pegamos amizade, passei a ser o decorador da casa dele.
Frequenta a casa do deputado?
Frequento, tenho contato com as filhas, com a esposa, faço as festas das filhas deles. Enfim, somos amigos, sempre vejo, sempre falo com ele.
Você acha que o deputado é homofóbico e racista, como o acusam?
Não, não acredito nisso. Se ele fosse uma pessoa homofóbica e racista, da forma como as pessoas estão falando, ele não me aceitaria na casa dele, da forma como ele aceita. Eu não teria o contato que tenho com a família. Ele sempre me respeitou, minha opção sexual e minha religião. Eu também não sou da religião dele.
As declarações que ele fez atacando gays e homossexuais te incomodam?
Olha, às vezes um pouco, mas não necessariamente tanto. Porque são declarações que ele às vezes fez, mas que não souberam interpretar. Ele não é homofóbico. Se ele fosse, aí, sim, incomodariam. Mas, pela amizade que a gente tem, o contato que eu tenho com ele, nunca deixou transparecer isso para mim.
Este prédio da sua casa de eventos pertence ao deputado Feliciano?
O prédio sim, a empresa não.
Ele foi um incentivador do negócio?
Muito. No começo, quando pensei em abrir um espaço para festas, eu já tinha em mente ver esse prédio, que é dele. Só que fiquei com medo de ele não aceitar, de ele achar 'não, um espaço de festas...'. Mas foi o contrário, me pegou de surpresa. Ele foi o motivador, disse 'vai em frente, batalha que você consegue', me motivou bastante.
O deputado tem recebido forte pressão para abandonar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Você acha que ele deve deixar o posto?
Acho que não. Ele está lá para defender direitos humanos. Enfim, que seja, de homens, mulheres, homossexuais, qualquer pessoa, entendeu?
Francisco Evangelista
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Festival Promessas, no RJ, chega a 2ª edição e reúne astros do gospel
Aline
Barros, Davi Sacer, Bruna Karla e Regis Danese são as atrações. Show
será no dia 1º de maio, na Praça Zé Garoto, em São Gonçalo.
A segunda edição do Festival Promessas será no dia
1º de maio, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. O evento
gospel vai reunir grandes nomes da música evangélica, como Aline Barros,
Bruna Karla, Regis Danese e Davi Sacer, no feriado do Dia do
Trabalhador.
Promovido pela Globo, em parceria com a
Prefeitura de São Gonçalo, os shows acontecem a partir das 16h, na Praça
Zé Garoto, na Rua Coronel Cerrado.
Referência na música gospel brasileira, Aline
Barros conquistou cinco vezes o Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum
de Música Cristã de Língua Portuguesa. O festival também abre espaço
para revelações, como a jovem cantora Bruna Karla, de 24 anos. A menina
que começou a cantar em igrejas evangélicas ainda criança já coleciona
cinco discos de ouro e dois de platina, sendo um triplo.
Regis Danese, cantor do hit “Entra na minha
casa”, foi o único artista gospel a ficar em primeiro lugar em rádios
seculares. O artista já vendeu mais de um milhão de cópias do álbum
“Compromisso”. Fechado o festival, o cantor Davi Sacer vai levar as
palavras cristãs através das músicas de seu mais recente disco “Minha
Porção”.
Serviço
Data: 1º de maio
Horário: A partir das 16h
Local: Rua Coronel Cerrado (Praça Zé Garoto), São Gonçalo
Entrada Gratuita
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Igreja Presbiteriana lamenta “despreparo teológico” de Marco Feliciano; Reverendo afirma que “se fosse Deus, faria o pastor ter um derrame”
Meses
após o surgimento das primeiras polêmicas envolvendo o nome do pastor
Marco Feliciano (PSC-SP), eleito presidente da Comissão de Direitos
Humanos e Minorias (CDHM), suas declarações polêmicas continuam rendendo
críticas.
A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) divulgou parecer posicionando-se contra as posturas adotadas pelo pastor e lamentando o que considerou um “despreparo teológico”, e que seria a causa das frases polêmicas.
Segundo informações do jornal Extra, o parecer foi assinado pelo
Conselho Coordenador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (CC-IPU), e
afirma que Marco Feliciano atua na defesa de uma “agenda própria”, que
interessa a um número restrito de cidadãos.
“[A IPU alerta] que o deputado Marco Feliciano defende uma agenda política própria, que interessa a um grupo restrito de brasileiros, muitos deles denominados evangélicos. […] embora qualquer deputado tenha o direito de exercer a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, [a IPU] considera-o sem condições políticas para o pleno exercício deste cargo”, pontua o texto.
A frase publicada no Twitter, em que Feliciano lista uma das vertentes teológicas que creem que o continente africano foi povoado por um neto que Noé amaldiçoou, foi citada especificamente pelo parecer da IPU como exemplo do que seria a falta de conhecimento do pastor: “Vergonhosamente demonstrado na sua defesa da interpretação da origem dos povos africanos e no desconhecimento e desrespeito aos direitos das minorias”, frisou.
A IPU ressalta ainda que, a seu ver, cristãos na política devem seguir princípios éticos e coletivos, “o que lamentavelmente não se pode verificar nas chamadas operações Sanguessuga, Entre Irmãos e Pandora, nas quais se verificou a presença de deputados intitulados evangélicos” nos atos investigados.
A denominação é uma das cinco igrejas que formam o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), que já havia se manifestado contrariamente ao pastor Feliciano. As demais igrejas são a Católica Apostólica Romana, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e Sirian Ortodoxa de Antioquia.
Derrame
O pastor presbiteriano Marcos Amaral, conhecido por sua participação no programa Amor e Sexo, da TV Globo, publicou em seu blog um texto em que fala dentre outras coisas, sobre o caso Feliciano.
Amaral diz que se “fosse Deus”, tomaria decisões diferentes a respeito de fatos marcantes, como as mortes de Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr; Emílio Santiago, cantor popular; e Hugo Chávez, presidente da Venezuela.
Numa crítica pessoal – e desvinculada da Igreja Presbiteriana – Amaral diz que “colocaria o pastor [Marco Feliciano] para ter derrame, pois com isso, talvez, tivesse a generosidade necessária para com todo aquele que necessita, merece e requer proteção, como nós evangélicos que um dia fomos minoria, e ansiamos ser respeitados e tratados como iguais, como hoje se vê, após décadas de dor, sofrimento e até mesmo perda de vidas”.
A frase polêmica de Marcos Amaral foi contestada por um de seus leitores: “Gostaria de saber se o senhor realmente escreveu isso ‘se eu fosse Deus, faria Feliciano ter um derrame’, por mais infeliz que seja os comentários dele não acho certo combater nossos irmãos principalmente usando rede social onde os abutres estão procurando um comentário infeliz como o que supostamente o senhor publicou, a final de que lado o Rev. esta?”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU) divulgou parecer posicionando-se contra as posturas adotadas pelo pastor e lamentando o que considerou um “despreparo teológico”, e que seria a causa das frases polêmicas.
“[A IPU alerta] que o deputado Marco Feliciano defende uma agenda política própria, que interessa a um grupo restrito de brasileiros, muitos deles denominados evangélicos. […] embora qualquer deputado tenha o direito de exercer a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, [a IPU] considera-o sem condições políticas para o pleno exercício deste cargo”, pontua o texto.
A frase publicada no Twitter, em que Feliciano lista uma das vertentes teológicas que creem que o continente africano foi povoado por um neto que Noé amaldiçoou, foi citada especificamente pelo parecer da IPU como exemplo do que seria a falta de conhecimento do pastor: “Vergonhosamente demonstrado na sua defesa da interpretação da origem dos povos africanos e no desconhecimento e desrespeito aos direitos das minorias”, frisou.
A IPU ressalta ainda que, a seu ver, cristãos na política devem seguir princípios éticos e coletivos, “o que lamentavelmente não se pode verificar nas chamadas operações Sanguessuga, Entre Irmãos e Pandora, nas quais se verificou a presença de deputados intitulados evangélicos” nos atos investigados.
A denominação é uma das cinco igrejas que formam o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), que já havia se manifestado contrariamente ao pastor Feliciano. As demais igrejas são a Católica Apostólica Romana, Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e Sirian Ortodoxa de Antioquia.
Derrame
O pastor presbiteriano Marcos Amaral, conhecido por sua participação no programa Amor e Sexo, da TV Globo, publicou em seu blog um texto em que fala dentre outras coisas, sobre o caso Feliciano.
Amaral diz que se “fosse Deus”, tomaria decisões diferentes a respeito de fatos marcantes, como as mortes de Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr; Emílio Santiago, cantor popular; e Hugo Chávez, presidente da Venezuela.
Numa crítica pessoal – e desvinculada da Igreja Presbiteriana – Amaral diz que “colocaria o pastor [Marco Feliciano] para ter derrame, pois com isso, talvez, tivesse a generosidade necessária para com todo aquele que necessita, merece e requer proteção, como nós evangélicos que um dia fomos minoria, e ansiamos ser respeitados e tratados como iguais, como hoje se vê, após décadas de dor, sofrimento e até mesmo perda de vidas”.
A frase polêmica de Marcos Amaral foi contestada por um de seus leitores: “Gostaria de saber se o senhor realmente escreveu isso ‘se eu fosse Deus, faria Feliciano ter um derrame’, por mais infeliz que seja os comentários dele não acho certo combater nossos irmãos principalmente usando rede social onde os abutres estão procurando um comentário infeliz como o que supostamente o senhor publicou, a final de que lado o Rev. esta?”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Papa Francisco afirma que entre cristãos há “bandidos que usam a religião como um negócio” e ressalta: “O único caminho é Jesus”
Numa missa realizada ontem, 22 de abril, na Casa Santa Marta, o papa Francisco afirmou que na comunidade cristã existem “ladrões e bandidos que usam a religião como um negócio”.
Segundo o papa da Igreja Católica, “na comunidade cristã há arrivistas”, que segundo ele, “fingem que fazem parte mas são ladrões e bandidos, já que roubam a glória de Jesus, buscam sua própria glória. Para eles, como os fariseus, a religião é um negócio”, alertou, de acordo com informações do G1.
O papa ressaltou ainda que os verdadeiros cristãos são “humildes, pobres, justos, mansos” e que devem ter como característica, “seguir as bem-aventuranças”. Francisco observou ainda que “há muitos caminhos, talvez mais vantajosos, para chegar, mas são enganosos, não são verdadeiros, são falsos. O único caminho é Jesus”.
Contra os críticos que possam rebater seu discurso classificando-o como inadequado, Francisco respondeu: “Alguns dirão, Pai, o senhor é fundamentalista! Não, simplesmente Jesus disse isso: ‘eu sou a porta, eu sou o caminho que dá a vida’. Só isso”, argumentou, antes de mencionar a ambição como uma fraqueza que leva os homens a crerem que são “donos deles mesmos e não ser humildes filhos e servos do Senhor”, e isso os leva a tentar entrar no céu “por outras portas ou outras janelas”.
-Não busquem outras portas que parecem mais fáceis, confortáveis. Chamem sempre a de Jesus. Ele jamais desilude, jamais engana. Jesus não é um ladrão, não é um bandido. Deu sua vida por nós e cada um de nós devemos pedir por favor que nos abra, que nos deixe entrar – orientou o papa.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Pastor Silas Malafaia diz que poligamia é contra o “padrão estabelecido por Deus”. Leia na íntegra
O
pastor Silas Malafaia publicou um texto em seu site falando sobre a
proibição bíblica para a poligamia, e os motivos de esse modelo familiar
ser reprovado no meio cristão.
Segundo o pastor, “além de as leis brasileiras não permitirem o casamento com mais de um cônjuge simultaneamente, Deus também condena a poligamia”.
Malafaia diz que no Velho Testamento, a poligamia era adotada por uma
questão cultural: “Na civilização antiga, as famílias eram organizadas
em tribos e viviam sob o regime do patriarcado, que dava ao homem
poderes sobre a família e domínio sobre a mulher. A poligamia era
livremente praticada naquela época porque ainda não haviam sido
reveladas as leis divinas que regem os relacionamentos e outros aspectos
da vida. O padrão de comportamento ético e moral da população era
baseado em questões culturais, no senso comum”, contextualiza o pastor.
Comentando os argumentos que citam o Velho Testamento como referência de permissão para que um homem tenha mais do que uma mulher, Malafaia afirmou que no próprio texto bíblico, há vários casos de problemas recorrentes da poligamia.
“A lição bíblica é clara: a poligamia causou graves problemas ao relacionamento familiar. Vemos isso no Antigo Testamento, na história dos patriarcas e dos reis de Israel. Por exemplo, o nascimento de Ismael, o filho que Abraão teve com Agar, uma escrava egípcia, provocou tanto ciúme e tanta rivalidade entre ela e Sara, a esposa legítima do patriarca, que Agar foi expulsa de casa com o filho, e Abraão teve de separar-se de Ismael de vez (Gênesis 16.1-9; 21.8-14)”.
Em sua defesa da monogamia, Silas Malafaia afirma que o Novo Testamento estabelece esse conceito: “Esse foi o padrão estabelecido por Deus para o relacionamento entre o homem e a mulher; padrão reafirmado por Jesus em Marcos 10.7,8 [...] Vários textos sagrados condenam as relações extraconjugais (adultério), a poligamia, o incesto e demais práticas sexuais contrárias aos princípios estabelecidos por Deus”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Por que a poligamia é pecado e crime se na civilização antiga era permitido?”, do pastor Silas Malafaia:
Segundo o pastor, “além de as leis brasileiras não permitirem o casamento com mais de um cônjuge simultaneamente, Deus também condena a poligamia”.
Comentando os argumentos que citam o Velho Testamento como referência de permissão para que um homem tenha mais do que uma mulher, Malafaia afirmou que no próprio texto bíblico, há vários casos de problemas recorrentes da poligamia.
“A lição bíblica é clara: a poligamia causou graves problemas ao relacionamento familiar. Vemos isso no Antigo Testamento, na história dos patriarcas e dos reis de Israel. Por exemplo, o nascimento de Ismael, o filho que Abraão teve com Agar, uma escrava egípcia, provocou tanto ciúme e tanta rivalidade entre ela e Sara, a esposa legítima do patriarca, que Agar foi expulsa de casa com o filho, e Abraão teve de separar-se de Ismael de vez (Gênesis 16.1-9; 21.8-14)”.
Em sua defesa da monogamia, Silas Malafaia afirma que o Novo Testamento estabelece esse conceito: “Esse foi o padrão estabelecido por Deus para o relacionamento entre o homem e a mulher; padrão reafirmado por Jesus em Marcos 10.7,8 [...] Vários textos sagrados condenam as relações extraconjugais (adultério), a poligamia, o incesto e demais práticas sexuais contrárias aos princípios estabelecidos por Deus”.
Confira abaixo, a íntegra do artigo “Por que a poligamia é pecado e crime se na civilização antiga era permitido?”, do pastor Silas Malafaia:
Entenda uma coisa: além de as leis brasileiras não permitirem o casamento com mais de um cônjuge simultaneamente, Deus também condena a poligamia.Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Na civilização antiga, as famílias eram organizadas em tribos e viviam sob o regime do patriarcado, que dava ao homem poderes sobre a família e domínio sobre a mulher. A poligamia era livremente praticada naquela época porque ainda não haviam sido reveladas as leis divinas que regem os relacionamentos e outros aspectos da vida. O padrão de comportamento ético e moral da população era baseado em questões culturais, no senso comum.
Ainda assim, a lição bíblica é clara: a poligamia causou graves problemas ao relacionamento familiar. Vemos isso no Antigo Testamento, na história dos patriarcas e dos reis de Israel.
Por exemplo, o nascimento de Ismael, o filho que Abraão teve com Agar, uma escrava egípcia, provocou tanto ciúme e tanta rivalidade entre ela e Sara, a esposa legítima do patriarca, que Agar foi expulsa de casa com o filho, e Abraão teve de separar-se de Ismael de vez (Gênesis 16.1-9; 21.8-14).
O ciúme que as irmãs Raquel e Leia tinham do marido, Jacó, causou inúmeros problemas familiares a elas, aos filhos e ao patriarca (Gênesis 30.1-24; 37.1-4,17-36).
O menosprezo que Ana sofreu por parte de Penina, a outra esposa de Elcana, causou-lhe muito sofrimento (1 Samuel 1).
Salomão, por motivos políticos, casou-se com 700 princesas e teve 300 concubinas. Por fim, acabou adorando outros deuses, desobedecendo ao Senhor, e sofrendo funestas consequências (1 Reis 11.1-11).
Os países muçulmanos ainda hoje adotam a poligamia, por uma questão cultural. Porém, só a família monogâmica tem a chance de manter um relacionamento estável, tanto na área espiritual como na emocional, porque esse foi o padrão estabelecido por Deus para o relacionamento entre o homem e a mulher; padrão reafirmado por Jesus em Marcos 10.7,8.
Nesse texto bíblico não é dito que o homem se unirá a suas mulheres. Está no singular: um homem se unirá a uma mulher, especificamente à sua mulher, e não à de outrem. Jesus enfatizou o casamento de um homem com uma só mulher, e não o de um homem com várias mulheres, ou vice-versa. Ele condenou o adultério.
Em suma, vários textos sagrados condenam as relações extraconjugais (adultério), a poligamia, o incesto e demais práticas sexuais contrárias aos princípios estabelecidos por Deus. Leia
Êxodo 20.14,17; Levítico 18; Deuteronômio 22.2; 1 Timóteo 3.2,12; Tito 1.6.
Sugestões de leitura: Mateus 5.27,28,32; 19.18; João 8.11; 1 Coríntios 6.15,16,18
Igreja Católica traça estratégias para frear crescimento de igrejas evangélicas em áreas pobres
Um
dos principais temas discutidos durante a Conferência Nacional dos
Bispos do Brasil, da Igreja Católica, que terminou na última sexta-feira
(19) foram as estratégias da igreja para reforçar sua presença em meio a
comunidades mais pobres.
Esse trabalho, voltado para as chamadas Comunidades Eclesiais de Base
(CEBs), faz parte das iniciativas da Igreja Católica para recuperar sua
presença nas áreas mais pobres, onde perde fiéis para as igrejas
evangélicas.
- É um jeito de fazer com que os leigos lá na base comecem novamente a se articular – explicou o presidente para comissão para o laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Severino Clasen.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o padre Benedito Ferraro, assessor da Ampliada Nacional das CEBs, afirma que a volta da discussão em torno desse tema, que havia perdido força com o distanciamento da Igreja Católica com a esquerda, é um reconhecimento de parte dos bispos de que a retração abriu espaço para as evangélicas, como a Assembleia de Deus.
- Talvez representem uma época, da ditadura militar, e foi aí que o povo conseguiu ter voz… Em 30 anos, se faz um longo caminho. Então eu não posso simplesmente repetir o discurso de 1980 nem a prática de 1980 ao pé da letra – argumenta dom Cláudio Hummes sobre as Comunidades Eclesiais de Base
Defensores das CEBs esperam grande apoio do papa Francisco, que como bispo foi o relator Documento de Aparecida, que marcou o início da retomada das CEBs em 2007, na Conferência do Episcopado Latino-Americano. O apoio por parte do Papa é esperado tanto por ele ter participado do Documento de Aparecida quanto por sua defesa de uma “igreja para os pobres” – embora sem viés esquerdista.
A própria eleição do papa Francisco, primeiro líder da Igreja Católica não europeu, foi atribuída por vário veículos de imprensa em todo o mundo como uma estratégia do Vaticano para frear o crescimento dos evangélicos, sobretudo na América Latina, e para impedir a diminuição no número de fiéis católicos.
A América Latina é, atualmente, a região do mundo que concentra o maior número de católicos em todo o mundo, número esse estimado em cerca de 1 bilhão e 100 milhões de pessoas. O Brasil é o país com o maior número de católicos, com 126 milhões de fiéis.
Por Dan Martins, para o Gospel+
- É um jeito de fazer com que os leigos lá na base comecem novamente a se articular – explicou o presidente para comissão para o laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Severino Clasen.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o padre Benedito Ferraro, assessor da Ampliada Nacional das CEBs, afirma que a volta da discussão em torno desse tema, que havia perdido força com o distanciamento da Igreja Católica com a esquerda, é um reconhecimento de parte dos bispos de que a retração abriu espaço para as evangélicas, como a Assembleia de Deus.
- Talvez representem uma época, da ditadura militar, e foi aí que o povo conseguiu ter voz… Em 30 anos, se faz um longo caminho. Então eu não posso simplesmente repetir o discurso de 1980 nem a prática de 1980 ao pé da letra – argumenta dom Cláudio Hummes sobre as Comunidades Eclesiais de Base
Defensores das CEBs esperam grande apoio do papa Francisco, que como bispo foi o relator Documento de Aparecida, que marcou o início da retomada das CEBs em 2007, na Conferência do Episcopado Latino-Americano. O apoio por parte do Papa é esperado tanto por ele ter participado do Documento de Aparecida quanto por sua defesa de uma “igreja para os pobres” – embora sem viés esquerdista.
A própria eleição do papa Francisco, primeiro líder da Igreja Católica não europeu, foi atribuída por vário veículos de imprensa em todo o mundo como uma estratégia do Vaticano para frear o crescimento dos evangélicos, sobretudo na América Latina, e para impedir a diminuição no número de fiéis católicos.
A América Latina é, atualmente, a região do mundo que concentra o maior número de católicos em todo o mundo, número esse estimado em cerca de 1 bilhão e 100 milhões de pessoas. O Brasil é o país com o maior número de católicos, com 126 milhões de fiéis.
Por Dan Martins, para o Gospel+
terça-feira, 23 de abril de 2013
Idosa paga meio milhão de reais a supostos pastores para “expulsar demônio” de sua vida
Induzida
por promessas de exorcismo, a aposentada Orlanda de Oliveira Rosa, 82
anos, entregou diversos bens, incluindo uma casa no valor de R$ 500 mil a
um casal de supostos pastores. De acordo com o G1, Julieta de Souza e
Nelson Martins Jimenez, que se identificaram como pastores e teriam
prometido livrar a vítima do demônio.
De acordo com a idosa, a estória era usada pelo casal para ter acesso aos bens e até mesmo a dinheiro.
Afrânio Alves Corrêa, advogado da idosa, conta que a suposta pastora
chegou a pedir para que dona Orlanda comprasse uma casa em seu nome.
- Eles manipulavam o sentimento religioso dela, dizendo que tinham
acesso a outros parentes já falecidos, e essas pessoas estariam fazendo
reivindicações. E por serem caras a ela, essas pessoas, a idosa atendia
às reivindicações – afirmou o advogado.
A Polícia Civil começou a investigar o caso em junho de 2011, quando
provas apontaram que o crime foi praticado desde 2010 e durou
aproximadamente um ano. Pertences e o carro da vítima chegaram a ser
encontrados com o casal, tendo sido recolhidos e devolvidos à idosa, que
agora está prestes a recuperar a casa que comprou para os supostos
pastores. O Ministério Público Estadual (MPE) ofereceu denúncia em
dezembro de 2012 e, no mesmo mês, foi concedida liminar para que o
imóvel também fosse devolvido para a idosa, decisão mantida no
julgamento do mérito, em fevereiro de 2013.
O casal recorreu da decisão judicial, mas perdeu em segunda instância
em julgamento na 5ª Câmara Cível na quinta-feira (18). O advogado Fábio
Bazílio da Rosa, que representa os acusados, nega que eles tenham
praticado o crime.
O crime chama a atenção por ter usado a religião como plano de fundo, e preocupa líderes evangélicos.
- Esse religioso faz parte de um conselho de pastores? Presta contas a
alguém? São perguntas importantes para se verificar se um líder está
realmente com o propósito de pregar a palavra de Deus e ajudar as
pessoas ou está usando da boa fé das pessoas para extrair coisas ao seu
benefício próprio – comentou o pastor Ronaldo Leite Batista.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Investigação do Ministério Público diz que pastor Marco Feliciano teria recebido propina de R$ 1 milhão em esquema fraudulento
De acordo com a reportagem do SBT Brasil, a quadrilha seria formada por lobistas ligados à construtora do Grupo Scamatti, ligada a grandes obras públicas.
A investigação aponta que os envolvidos entravam em contato com os parlamentares para solicitar a aprovação de emendas que garantissem verbas para obras em cidades paulistas, e em troca, recebiam altas quantias.
A gravação em que o nome do pastor Marco Feliciano é citado foi feita em 2010, e uma conversa entre Osvaldo Ferreira Filho (lobista e ex-funcionário da Assembleia Legislativa de São Paulo) e um homem identificado apenas como Betão determina que quatro parlamentares deveriam receber um milhão de reais cada.
Entretanto, a reportagem não explica como Marco Feliciano participaria do esquema, já que em 2010 ele ainda era candidato a deputado.
Além do pastor Feliciano, são citados também os nomes do deputado federal Otoniel Lima (PRB-SP) e um terceiro parlamentar que o nome não é citado, mas que pertenceria ao Partido Progressista.
O relatório do Ministério Público de São Paulo aponta a participação ainda do ministro dos Esportes, Aldo Rebelo (PC do B-SP), e que á época era deputado federal e teria conseguido emendas no valor de R$ 1 milhão para obras.
Outro citado é deputado federal petista Cândido Vacarezza, que teria pedido a Olívio Scamatti através de sua assessora, um avião emprestado para fazer campanha no estado. Olívio é o proprietário da construtora e seria o chefe da quadrilha. Ele está preso com outras treze pessoas.
O pastor Marco Feliciano não quis conceder entrevista ao telejornal do SBT, mas afirmou que não participou de nenhum esquema ilegal.
Assista a reportagem do SBT Brasil sobre o esquema de propinas clicando neste link.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
NOVIDADES
Emerson fotos digital
agora é Emerson Fotos e Filmagens.
Avisamos a toda população Angicana e aos leitores que Emerson Macêdo agora está trabalhando com filmagens.
Filmagens feita com qualidade digital, o que era bom agora ficou ainda melhor. Estamos trabalhando com filmagens de
casamentos, aniversários,vídeo-clip, documentários
e outros.
Filmagem de
qualidade é com Emerson Macêdo
Ligue 9157- 8866
ou 9643 - 7391 e reserve a sua data.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
A MISÉRIA DA RIQUEZA DE MACAU E GUAMARÉ....ENQUANTO UNS ENRICAM COM FALCATRUAS.....VEJA O QUE O POVO PASSA
Escola Municipal Francisca Freire, em Guamaré, é o reflexo da falta de investimento em educação
A Macau e a Guamaré onde nem o “pão e circo” chega A TRIBUNA DO NORTE foi conhecer detalhes do cotidiano das
cidades de Guamaré e Macau que gastaram, nos últimos quatro anos, cerca de R$
13 milhões em festas e shows. Os municípios estão entre os mais ricos do
Estado, mas essas riquezas não são revertidas em melhoria da qualidade de vida
de toda população. Muitos vivem em situação de miséria, sem nenhuma
infraestrutura ou acessos a serviços de educação e saúde.
A Macau e a Guamaré onde nem o “pão e circo” chega A TRIBUNA DO NORTE foi conhecer detalhes do cotidiano das
cidades de Guamaré e Macau que gastaram, nos últimos quatro anos, cerca de R$
13 milhões em festas e shows. Os municípios estão entre os mais ricos do
Estado, mas essas riquezas não são revertidas em melhoria da qualidade de vida
de toda população. Muitos vivem em situação de miséria, sem nenhuma
infraestrutura ou acessos a serviços de educação e saúde.
Francisca Francinilda da Silva, 24 anos, marisqueira
Nua e descalça, a pequena Beatriz saciava a fome com um pedaço de
“chapéu de couro”, iguaria conhecida nas regiões mais pobres do Nordeste, feita
a partir de uma mistura de farinha de trigo, açúcar, ovo e água, frita em
fogo brando. No casebre de papelão, o qual divide com a mãe, o pai e mais três
irmãos, o fogão era uma lata de tinta velha, alimentado por cinzas de carvão.
Distante quarenta quilômetros dali, Carla tratava tainha, numa pia na qual
moscas, escamas e água suja se misturavam. Mas a felicidade em ter o que
oferecer aos filhos, ao marido e a si própria, após um dia de sorte na
pescaria, ofuscava qualquer detalhe. Moradoras de Macau e Guamaré,
respectivamente, cidades que somente em 2012 faturaram R$ 64,8 milhões em
royalties oriundos da exploração de petróleo, elas parecem habitar um mundo
paralelo, no qual a única riqueza é a miséria.
Não fosse o contexto no qual estão inseridas Beatriz e Carla, suas
histórias seriam mais duas dentre milhares de brasileiros que vivem na miséria.
Elas moram, porém, em municípios potiguares que gastaram, juntos, R$ 13 milhões
em festas, conforme detalhado pelo Ministério Público Estadual através da
Operação Máscara Negra, que investiga um complexo esquema de utilização de
dinheiro público para a contratação de bandas e artistas locais e nacionais, a
preços superfaturados. Em cidades nas quais o dinheiro não é problema,
situações como estas acima descritas são inimagináveis.
Macau aparece em quinto lugar na listagem dos municípios
potiguares com a maior participação industrial e Guamaré como o quarto
maior contribuinte no somatório das riquezas produzidas no estado potiguar. “O
caso de Guamaré é clássico. É a maldição da abundância de recursos nos dois
municípios. Parece uma sina. Os gestores não se preocupam com uma qualificada
destinação dos royalties para as áreas da Educação, Saúde e Infraestrutura”,
analisa o chefe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no Rio
Grande do Norte (IBGE/RN), Aldemir Freire. Das 94 cidades potiguares que
receberam royalties da Petrobras em março passado, Guamaré e Macau despontam na
lista das cinco maiores recebedoras. Entretanto, os investimentos na
infraestrutura urbana e no desenvolvimento social destes municípios, aparentam
ser inversamente proporcionais ao volume arrecadado.
Analfabeta, Carla Edilza Simão não consegue um emprego formal. “Eu quero
trabalhar, mas não tem emprego. O jeito é ir pescar, tirar búzios, fazer faxina
na casa de família. É uma luta, meu filho, que só a gente sabe”, relata.
Moradora do Morro das Salinas, no subúrbio de Guamaré, ela talvez não saiba o
que significa Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas de um
município ou país. Caso toda a riqueza produzida em Guamaré no ano de 2010
fosse igualitariamente dividida pelos 12.404 habitantes da cidade, Carla Edilza
seria uma das que receberia R$ 96.358,67 como sua parcela do PIB per capita.
Entretanto, a ela restam R$ 400 do Bolsa Família e cinco filhos para alimentar
e vestir.
Falta infraestrutura
A família de Beatriz divide uma casa de taipa na Comunidade do Maruim, em
Macau. Não há rua, mas um beco enlameado, sujo e com acúmulo de lixo. O
banheiro dela e de todos os outros moradores, é o braço de maré que passa ao
lado dos barracos, de onde eles também tiram o sustento através da pescaria de
sururu, peixes e búzios. E é esta mesma maré, que em dias de chuva ou lua
cheia, alaga as casas. Ratos e baratas passeiam pelo que resta dos
móveis sem nenhuma cerimônia. Água potável e energia elétrica chegam às
estruturas de barro, plástico, papelão e cipós através de “bicos”, alguns deles
clandestinos. O risco de acidentes é iminente.
Situação similar ocorre em Guamaré, cidade que desponta no cenário econômico
brasileiro como uma das que mais atrai investimentos em parques eólicos e na
mini-refinaria da Petrobras. Entretanto, muitas pessoas dependem exclusivamente
do serviço e dos recursos públicos para sobreviver. Há, em Macau e Guamaré,
lugares nos quais a política do ‘pão e circo’, nos moldes do imperador romano
Otávio Augusto, não alimenta e não alegra.
“Eu cheguei em Macau quando tinha cinco anos de idade. Eu moro numa casa com um
quarto, uma sala, uma cozinha e um lugar para tomar banho. As necessidades, a
gente faz num saco e joga na maré. Sou mãe de três filhos e estou grávida do
quarto. Eu cato marisco. Cada quilo é vendido por R$ 7. O máximo que consegui
tirar foi 25 quilos num dia. Meu marido é pescador, mas também faz bicos como
pedreiro. Tem que se virar, né? Estou grávida de seis meses e ainda não comecei
o pré-natal. Não tem médico no PSF aqui perto. Depois do Carnaval, o posto
deixou de funcionar por meses. Ainda não tem doutor”.
Carla Edilza Simão, 33 anos, desempregada“Vontade eu tenho de trabalhar, mas
não tem emprego aqui em Guamaré. Sou mãe de cinco filho, só um mora comigo.
Meus outros quatro filhos moram com o pai, porque aqui não cabe. Eu não sei
ler, mas decorei como assina meu nome. A gente que é pobre, não tem nada
resolvido. Meu sonho era ter uma casa para ter meus filhos todos juntos de mim.
Eu peço que eles tenham um pouco de paciência. Do bom e do melhor não, mas a
comida, eu arranjo. Com fé em Deus, eu vou ter meu filho de volta, quando
construir uma casinha maior. Quando chega de manhã, na hora do almoço, eu sinto
muita falta deles. Falar nos meus filhos me dá um aperto no coração”.
FONTE : FOCOELHO
FESTA MARCADA POR CHUVAS NO 24º ANO DA IGREJA DE CRISTO EM ANGICOS
24º ANO DA
IGREJA DE CRISTO foi marcado pela grande chuva que caiu na hora que foi dado
inicio ao trabalho, foi uma benção e choveu a noite inteira
O PASTOR GILVAN NUNES ficou grato a Deus pela
chuva apesar de não ter acontecido o culto deus se fez presente em nossa festa.
O Pastor ainda disse que só tinha a agradecer
a Deus por tudo e principalmente pela chuva abençoada.
Projeto de deputado evangélico para tratamento para homossexuais recebe apoio de ativistas gays
No
Rio de janeiro, o deputado estadual evangélico Édino Fonseca (PEN-RJ)
apresentou um projeto de lei prevê atendimento médico, psicológico e
psiquiátrico para homossexuais. Publicado nessa quinta-feira, 18 de
abril, no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, o projeto recebeu o
apoio de ativistas da causa LGBT.
Pastor evangélico da Assembleia de Deus desde 1972, Fonseca, que é
integrante da bancada evangélica estadual e conhecido como “Marco
Feliciano carioca, afirma que seu projeto teve como base um estudo da
Classificação Internacional de Doenças (CID 10), pesquisa que aborda o
homossexualismo como doença.
O projeto de lei Nº 2139/2013 pede ao Estado a garantia de acesso aos
serviços oferecidos pela saúde pública, tendo como público alvo
portadores de patologias descritas pela CID como o transexualismo,
transtorno de identidade sexual na infância, travestismo fetichista,
transtornos múltiplos da preferência sexual, entre outros.
Em seu texto o projeto “garante o acesso aos serviços de saúde
pública aos cidadãos portadores de patologias descritas pela
Classificação Internacional de Doenças”.
- As patologias apresentadas no Projeto de Lei são de ordem
Psicológica e Psiquiátrica, podendo levar o paciente a elevado quadro
depressivo e, até mesmo, ao suicídio. O próprio Conselho Federal de
Medicina emitiu uma Resolução de nº1955/2010 que trata do transexual,
sendo este portador de desvio psicológico permanente de identidade
sexual – diz o texto do projeto de lei, que recebeu o apoio de ativistas
como Cláudio Nascimento (Programa Estadual Rio sem Homofobia), Charlene
Rosa (Programa GLBT Duque de Caxias) e Neno Ferreira (Associação de
Gays e Amigos de Nova Iguaçu e Mesquita).
- Ao analisar friamente o processo, vejo que ele, se pensou em gerar
constrangimento, deu um tiro no pé, pois todos vão passar a ter
atendimento à saúde – comentou Cláudio Nascimento ao jornal O Dia, sobre
o projeto.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Programa “De Frente Com Gabi”, teria recusado participação do pastor Marco Feliciano
Em meio a polêmicas declarações e inúmeras manifestações, tanto para
sua saída da comissão quanto para sua permanência na mesma, Feliciano
tem sido convidado para participar de diversos programas de televisão,
como o Programa do Ratinho, onde é chamado para comentar sua versão dos
fatos.
O colunista da UOL, Flávio Ricco, afirmou que Marco Feliciano estaria
interessado também em participar do programa “De Frente com Gabi”, no
SBT, que recentemente se tornou um dos principais assuntos do país com a
entrevista do pastor Silas Malafaia.
De acordo com Ricco, Feliciano ligou para a equipe de produção do
programa propondo uma entrevista, mas teve o seu pedido negado. Pelo
Twitter, Feliciano comentou o boato, negando ter entrado em contato com o
programa para galgar uma participação.
- Mentira! Ñ liguei p ninguém -> @tvrecordnews: REJEITADO!
Produção do De Frente com Gabi diz ‘não’ p @marcofeliciano. – escreveu
Feliciano, retransmitindo a mensagem de uma conta não oficial da Rede
Record no Twitter, sobre a recusa de sua participação no programa.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Pastor da Assembleia de Deus é nomeado uma das “100 pessoas mais influentes” do mundo pela revista Times
O
pastor Wilfredo de Jesus, mais conhecido como pastor Choco,
recentemente elogiado como “a nova cara da justiça social”, foi nomeado
pela revista Time como uma das “100 Pessoas Mais Influentes” do mundo.
Choco é pastor sênior do Ministério Aliança de Vida Nova, uma das
igrejas que mais crescem igrejas em Chicago e uma das maiores
congregações da Assembleia de Deus nos Estados Unidos.
- A comunidade hispânica nos EUA é formada por 51 milhões de pessoas.
Somos um povo que Deus escolheu para governar e conduzir as comunidades
e cidades com convicção, sem pedir desculpas. Há muitos grandes líderes
desta comunidade, e estou verdadeiramente humilhado por este
reconhecimento – completou.
O texto sobre o pastor na Time foi escrito pelo pastor Rick Warren,
que foi nomeado para a lista em 2009. Choco foi descrito por Warren como
“a verdadeira definição do que Cristo disse que a igreja deveria ser”.
- Como o pastor sênior do Ministério Aliança de Vida Nova, uma das
que mais crescem igrejas em Chicago, bem como uma das maiores
congregações da Assembleia de Deus do país, pastor Choco incentiva os
outros a sair para a comunidade e não apenas com palavras, mas com suas
próprias ações, sob a sua liderança. [A igreja] Vida Nova está chegando
aos excluídos e esquecidos em nossa sociedade: os sem-teto, as mulheres
que sofrem com o vício e prostituição, e os jovens em gangues – escreveu
Warren, que disse ainda o que espera do colega: “continuar a ser uma
voz forte, ardente na direção do nosso país”.
O ministro pentecostal é um dos três líderes religiosos escolhidos
para a lista das 100 Pessoas Mais Influentes”. Em seu 10 º ano, a lista
descrita pelo editor-chefe da Time como composta de indivíduos “que
estão usando suas ideias, suas visões, suas ações para transformar o
mundo e têm um efeito sobre uma multidão de pessoas”.
Os outros dois líderes religiosos incluídos na lista da Time são: o
papa Francisco e Fethullah Gulen, um autor turco, educador e estudioso
islâmico.
Por Dan Martins, para o Gospel+
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