No vídeo em questão Edir Macedo aparece prestando depoimento durante um processo de falsidade ideológica e está relacionado a transferência de cotas da TV Vale do Itajaí Ltda. Na audiênica, Macedo se defende dizendo que assinou muitos papéis sem ler o conteúdo por acreditar nas pessoas que trabalham com ele.
O pedido dos advogados era motivado pelo argumento de que a gravação e divulgação da audiência foi um “ato covarde” com o objetivo de “promover o sensacionalismo barato”.Os advogados do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus afirmam que a gravação do depoimento viola os direitos morais e os aspectos da personalidade jurídica das pessoas.
Porém, segundo informações divulgadas pela JusBrasil, o juiz negou o pedido novamente afimando que o processo em questão é público e que neste caso é “completamente desnecessária qualquer autorização para o acesso aos autos e, em consequência, aos atos processuais como, por exemplo, as gravações das audiências”.
Por Dan Martins, para o Gospel+
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