A intenção é que a graduação prepare os estudantes para a pós-graduação e para a residência médica, que deverá ser ofertada a todos os médicos formados a partir de 2019. Atualmente, segundo o MEC, cerca de 50% dos graduados fazem residência. O ponto polêmico na discussão, a obrigatoriedade de os estudantes cursarem dois anos a mais na graduação, que deveriam ser voltados para a formação na atenção básica, não foi aprovado pelo Congresso Nacional. A atenção básica deve, no entanto, ganhar mais destaque na graduação.
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Conselho Nacional de Educação apresenta a ministérios proposta de reformulação de cursos de medicina
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