PATROCINADORA DA MATRIZ DO CD DA BANDA

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domingo, 5 de maio de 2013

Eleição da Convenção Geral das Assembléia de Deus do Brasil poderá ter recontagem de votos

Eleição da Convenção Geral das Assembléia de Deus do Brasil poderá ter recontagem de votos
A eleição ocorrida durante a Quadragésima Primeira Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) poderá ter os votos recontados. A Comissão Eleitoral se reunirá nos próximos dias 6 e 7 para analisar pedidos de recontagem de votos da eleição, realizada no dia 11 de abril, em Brasília.
De acordo com o pastor Antônio Mesquita, do blog Fronteira Final, a recontagem de votos foi pedida por candidatos derrotados na votação, todos eles pertencentes ao grupo que apoia o pastor José Wellington, que foi reeleito presidente da Convenção. Um deles é Isaías Coimbra, candidato à quinta secretaria, que teve 6.141 votos, mas perdeu o cargo para Jonas Francisco, com 6.932 votos. O outro nome que pede a recontagem é Josias Silva, da AD-Cubatão, Baixada Santista (SP). Ele teve 7.002, mas foi derrotado por Ivan Pereira Bastos, da Confrateres-ES, com 7.236 votos.
Outro pedido vem do pastor Nehemias Gaspar de Araújo, de Minas Gerais, candidato a 2º tesoureiro, que foi derrotado pelo também mineiro, Álvaro Além Sanches, que obteve 7.868 votos.
Além desses, todos os candidatos ao Conselho Fiscal e que pedem recontagem são do grupo de José Wellington. Todos os eleitos no conselho pertencem ao grupo de apoio de Samuel Câmara, que foi derrotado por Wellington à presidência da Convenção.
Um dos motivos alegados para o pedido de recontagem é o de que muitos mesários, dos dois lados, ao tomarem conhecimento do resultado do presidente eleito, ‘jogaram tudo pro alto’. Eles teriam abandonado suas funções e pastas de oficialização da contagem dos votos, segundo os reclamantes. Outro motivo é que, em alguns casos, houve pequena diferença e também porque havia disputa acirrada num verdadeiro sobe-e-desce da dianteira na contagem, porém, não parece ser consistente.
- Alguns argumentos para a recontagem escondem o real motivo, o próprio recalque pela derrota e o revanchismo – afirma Mesquita sobre os pedidos.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Intolerância religiosa: no México, católicos ameaçam queimar evangélicos que não negarem a fé

Um conflito religioso entre cristãos católicos e evangélicos no México chamou a atenção da imprensa mundial, depois que o prefeito da cidade de San Juan Ozolotepec, Pedro González, ameaçou queimar e jogar os evangélicos da região de um penhasco.
Intolerância religiosa: no México, católicos ameaçam queimar evangélicos que não negarem a féSegundo o Noticia Cristiana, o pastor Leopoldo Alonso Silva, da Igreja Cristã Independente Getsêmani, disse que a perseguição religiosa se dá simplesmente pelo fato de que os evangélicos se recusam a tornarem-se católicos.
O município fica localizado no Estado de Oaxaca, conhecido pelo radicalismo dos fiéis católicos. Silva afirmou ao jornal La Reforma que o prefeito González e seu secretário, Salvador Rivera Cruz, são os dois principais responsáveis pelas ameaças.
O pastor pediu ajuda às autoridades estaduais, pois a prefeitura está ameaçando fechar os templos evangélicos e proibir os cultos. Entretanto, a resposta obtida pelo pastor do responsável pelos Assuntos Religiosos na Secretaria-Geral do Governo foi que seria melhor se os evangélicos pagassem uma multa de $ 7 mil pesos para obterem o direito de cultuar e não serem mais incomodados.
Outros conflitos entre católicos e evangélicos já ocorreram na região. Anos atrás quando um evangélico faleceu, o prefeito à época proibiu que seu corpo fosse sepultado no cemitério municipal. A situação voltou a se repetir em 2011, quando uma senhora evangélica morreu.
González, atual prefeito, argumenta dizendo que a proibição é resultado de uma determinação da Câmara Municipal, que proibiu o enterro no cemitério municipal de “qualquer pessoa que professa uma religião diferente do catolicismo”.
As crianças da igreja Getsêmani também tem sofrido perseguição nas escolas da cidade, e um dos meninos chegou a ser expulso depois de ser agredido por outras crianças de famílias católicas.
Os programas sociais governamentais passaram a ser negados aos evangélicos, que também estão sendo impedidos de trabalhar com agricultura, principal atividade econômica da região. Segundo o jornal La Reforma, as ações governamentais visam a expulsão de todos os evangélicos da cidade.
Há, segundo o pastor Silva, um forte sentimento de medo nos evangélicos de San Juan Ozolotepec: “Tememos pelo irmãos, porque as coisas desagradáveis no passado aconteceram e agora eles querem nos queimar.  Mesmo com as autoridades do México dizendo ‘não à intolerância religiosa’”, lamentou.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Padre excomungado critica Igreja por acobertar pedófilos


O padre Roberto Francisco Daniel (foto), 48, que foi excomungado pela Diocese de Bauru (SP) por seus questionamentos à Igreja, considerou-se injustiçado e disse que a punição deveria ser aplicada aos sacerdotes pedófilos, e não a ele.
 
Argumentou que foi expulso da Igreja enquanto padres e bispos envolvidos em escândalos de pedofilia continuam exercendo suas atividades normalmente.
 
Trata-se, segundo ele, de uma incoerência. “Sabemos de casos notórios e públicos de padres e bispos que erraram, que cometeram crimes de pedofilia, outros crimes também, que são punidos pela lei penal, mas não são excomungados”, disse. “E quem simplesmente ajudou na reflexão sobre esses temas é excomungado.”
 
Padre Beto, como é conhecido, chamou a atenção da opinião pública e da hierarquia católica ao gravar um vídeo se revelando favorável à união entre pessoas do mesmo sexo.
 
A Diocese de Bauru negou ter decretado a excomunhão por causa da defesa pelo padre do casamento gay, embora o bispo Caetano Ferrari tivesse exigido de Beto a retirada do Youtube de seus vídeos que criticam a postura da Igreja em relação aos homossexuais.
 
Para o padre, a Igreja tem de refletir sobre determinados temas, como o uso de anticoncepcionais, de modo a deixar a hipocrisia de lado.
 
“É claro que a maioria dos casais da Igreja usa camisinha, faz laqueadura e ninguém fala”, disse. “É aquela hipocrisia e não se esclarece que temos que ter uma boa educação sexual.”
 
Beto disse que vai continuar criticando a Igreja e que pretende se filiar a um partido político.
 
Paulopes
 

Prefeitura de São Paulo investirá R$ 1,6 milhão na parada do Orgulho LGBT


A 17º Parada do Orgulho LGTB de São Paulo vai encerrar o desfile deste ano com um trio elétrico que protestará contra o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP).
 
A concentração para a Parada será às 10h do dia 2 de junho, um domingo, e o desfile dos trios deve começar às 12h. O último trio deve passar pela avenida e ter o som desligado até as 18h em frente à Igreja da Consolação, no Centro, conforme acordo entre a APOGLBT e o Ministério Público.

Depois de três anos, a Parada do Orgulho LGBT terá show de encerramento após a passagem dos trios elétricos pela Avenida Paulista, com um show da cantora Ellen Oléria, vencedora do programa “The Voice”. O show começará às 18h30, na Praça da República, também na região central. A organização deverá anunciar ainda uma segunda apresentação, que ainda não foi definida.

Daniela Mercury foi convidada para abrir o evento e cantar o hino nacional. A cantora, porém, ainda não confirmou presença, segundo a APOGLBT. Recentemente, a cantora assumiu um relacionamento com outra mulher.

A Prefeitura de São Paulo investirá R$ 1,6 milhão na logística e infraestrutura da Parada do Orgulho LGBT. O presidente da Associação LGBT, Fernando Quaresma, reclama da falta de patrocínio da iniciativa privada. De acordo com ele, a cota mínima solicitada é de R$ 50 mil e a máxima de R$ 300 mil. Até agora já foram arrecadados R$ 280 mil.

Ao todo, 1,2 mil policiais militares vão acompanhar o evento. A corporação também vai usar câmeras e o helicóptero Águia durante o monitoramento, segundo a APOGLBT.
 
G1
 

Advogada denuncia ´sujeiras`contra a vida e família aprovadas pelo Governo.


A advogada e Assessora Jurídica da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional fez denuncias alarmantes em palestra ministrada na Primeira Igreja Batista de Campo Grande (MS). Mostrando provas e citando nomes, ela desmascara as ações que estão sendo implementadas no Brasil contra a família e a vida.
 
A explanação traz à tona ações governamentais a favor da legalização do aborto, do homossexualismo, da distribuição de cartilhas escolares que ensinam crianças a usarem drogas, se masturbarem, terem relações sexuais e homossexuais, tudo aprovado pelo Ministério da Educação com gastos em milhões de reais pagos pelo povo.
 
Dentre as denúncias, está uma cartilha promovida pelo SUS, enviada a postos de saúde nas escolas públicas, que, entre outros absurdos, ensina crianças, na faixa etária de 10 a 12 anos, a como usarem a cocaína e o crack. Nesta cartilha, encontram-se trechos como “Ao usar o crack, passe protetor labial para os seus lábios não ressecarem” e "Esses equipamentos são só seus, não compartilhe" (imagem ao lado)
 
Segundo a Dra. Damares, professoras contam que o Ministério da Saúde as orienta a ensinarem às crianças a, caso queiram cheirar cocaína, “usarem canudo de plástico e não o de papel, que tem muitas bactérias”.
 
Todo esse material foi pago com dinheiro público pelo SUS, que, como a assessora parlamentar bem ressalta, alega não ter verba para realizar cirurgias de cataratas, mas para esse tipo de “educação” gastou milhões.
 
Esse vídeo é um alerta a pais, cidadãos brasileiros que pagam impostos com dificuldades e, sobretudo, um chamado urgente para a Igreja do Brasil sair de suas zona de conforto e agir.

Ana Paula Valadão lança livro "Verdadeira Adoração"


A cantora e pastora Ana Paula Valadão acaba de lançar seu segundo livro, “Verdadeira Adoração – princípios de uma vida diante do Trono”. O livro traz experiências pessoais da autora e reflexões acerca de um relacionamento transformador com o próprio Deus.
“Verdadeira Adoração” é uma seleção de mensagens que destacam como ter uma vida de Adoração. Para Ana Paula, os princípios bíblicos são imutáveis, norteiam a adoração que agrada a Deus e guardam os cristãos para não se perderem em meio às lutas. “A Palavra de Deus é o que pode sustentar a nossa fé e orientar a nossa prática como adoradores de Jesus, hoje e para sempre. Os textos do livro são o ponto de partida de alguém que tem descoberto em seu dia-a-dia como viver na total dependência de Deus, adorando em qualquer situação.
Ana Paula destaca que as igrejas estão crescendo como nunca antes e as oportunidades para pregar o Evangelho são muitas, inclusive com o próprio testemunho, vivendo o que Jesus ensinou. “Somos responsáveis por viver como modelo diante de multidões. São milhares de milhares de pessoas que nos observam. Elas se aproximam de Jesus por meio de cada um de nós e carecem de referenciais do que significa ser verdadeiramente um cristão”.
O livro “Verdadeira Adoração” é um convite para meditar sobre a adoração a Deus, como ela é oferecida e o que se pode vivenciar por meio dela. “Antes de nos atermos ao resgate das formas, sons, ritmos e estilos, o que mais precisamos enfatizar é a essência do que seja a verdadeira adoração. É um compromisso com a adoração que agrada a Deus, com aquilo que ele deseja receber”.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

MODA OUTONO & INVERNO EM MICHELLY CONFECÇÕES A PATROCINADORA DA BANDA PISADA SANTA


Michelly Confecções apresentou a sua moda Outono e Inverno com lindas modelos durante um desfile que foi realizado no ultimo dia 25 de abril em frente a loja Michelly Confecções que fica bem no centro de Assu.
O desfile apresentou os looks com as cores e tendências que irão vestir você na estação mais fria do ano, como Michelly é povão, ela não esqueceu as suas clientes, e improvisou um desfile para as mães que estiveram presente, já que estamos no mês das mães.
Parabéns a todos os organizadores do evento, a grande animação ficou por conta de Israel Locutor, a própria Michelly e a extrovertida Jujú Lalaska que acaba de lançar o seu blog juju é show.
A Michelly Confecções.... Parabéns e que Deus possa esta iluminando você e sua família cada dia mais, pois mesmo no mas fino glamour você não esquece o povão....Deus lhe abençoe....o povo do Assu te ama.

Jean Wyllys critica pastor Marco Feliciano por colocar projeto de “cura gay” em votação: “Encontrou um meio de atrair a atenção da mídia”

Após a definição por parte de Marco Feliciano (PSC-SP) de que na próxima sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) na quarta-feira, 08 de abril, os projetos de “cura gay” e “heterofobia” seriam votados, os oposicionistas ao pastor fizeram duras críticas à iniciativas.
Jean Wyllys critica pastor Marco Feliciano por colocar projeto de “cura gay” em votação: “Encontrou um meio de atrair a atenção da mídia”O Conselho Federal de Psicologia (CFP), principal alvo do projeto apelidado como “cura gay”, divulgou nota oficial criticando o princípio da proposta, que é permitir a psicólogos que atendam homossexuais que buscam auxílio para abandonar a prática.
“A homossexualidade deixou de constar no rol de doenças mentais classificadas pela Organização Mundial da Saúde há mais de 20 anos. No entanto, ainda há pessoas que insistem em tratá-la como patologia e propõem formas de cura”, diz o texto do CFP.
O presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Wadih Damous, afirmou que a CDHM estaria em “mãos erradas”, e por isso, os projetos teriam sido encaminhados para a votação da próxima semana.
Segundo Damous, “tratar homossexualidade como doença é algo de inspiração nazista e falar de uma discriminação que não existe, contra heterossexuais, é uma provocação”, criticou, fazendo menção ao projeto do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que prevê punição a quem discriminar alguém que tenha atração pelo sexo oposto.
Sheylane Brandão, psicóloga e integrante do movimento Não me Representa, afirmou que Feliciano errou ao colocar os projetos na pauta da CDHM: “Tem muitos assuntos que deveriam ser discutidos na comissão e ele as ignorou para colocar coisas absurdas que retrocedem sobre direitos já adquiridos”, reclamou, segundo informações do Estado de Minas.
Eduardo Cunha, autor do projeto que prevê pena para a “heterofobia”, defendeu a proposta por considerar ser necessária: “Não se pode esquecer que maiorias também podem ser vítimas de discriminação – e que as políticas públicas antidiscriminatórias não podem simplesmente esquecê-las”.
Chico Alencar (PSOL-RJ), um dos principais opositores a Feliciano, criticou a iniciativa de Cunha: ““Esse projeto beira o ridículo, vai ser alvo de piada, é a mesma coisa que defender punição a racismo contra branco, um absurdo”.
Já Jean Wyllys (PSOL-RJ) afirmou em sua coluna no IG que Feliciano colocou os projetos em pauta por querer publicidade: “O presidente da Comissão de Direitos e Minorias da Câmara dos Deputados encontrou um meio de tentar atrair novamente, para si, a atenção da mídia: colocou na pauta da comissão os projetos de legalização de ‘cura da homossexualidade’ e o da ‘criminalização da heterofobia’ – ambos contrários à cidadania de lésbicas, gays, travestis e transexuais. E está conseguindo. Não só parte da imprensa voltou a lhe dar atenção por conta disso, como também muitos ativistas voltaram a colocar o nome do presidente da CDHM em circulação na internet, atendendo a seus apelos narcisistas”, escreveu.
O pastor Marco Feliciano rebateu limitando-se a afirmar que “a fila de projetos da comissão simplesmente andou”, e que não vai alterar a programação da CDHM: “Como presidente e magistrado, apenas coloco os temas em votação e quem vota é o colegiado”, defendeu-se.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Ativista LGBT afirma que casamento é “instituição acéfala” e deveria acabar: “Por que casar quando você pode ser feliz?”; Confira

A ativista LGBT e escritora russa Masha Gessen está chamando a atenção da mídia norte-americana por causa de um vídeo em que ela defende o fim do casamento, contrariando os princípios de que a família tradicional seria essencial para a manutenção da ordem e moralidade na sociedade.
Ativista LGBT afirma que casamento é “instituição acéfala” e deveria acabar: “Por que casar quando você pode ser feliz?”; ConfiraEspecialistas que analisaram o discurso de Gessen, que é lésbica, afirmaram que há uma contradição da ideia da ativista com a luta dos demais militantes LGBT, que lutam pela regularização do casamento gay.
Referindo-se ao casamento como uma instituição acéfala, Masha Gessen prega abertamente que essa instituição deixe de existir tanto para heteros quanto homossexuais.
“Eu acho que é irracional que os gays queiram ter o direito de se casar, mas da mesma forma, eu acho que a instituição do casamento é acéfala e não deveria existir. Por que casar quando você pode ser feliz?”, afirmou, durante um painel do Sydney Writer’s Festival de 2012, evento voltado a escritores na Austrália.
Embora já tenha um ano que o conteúdo foi publicado, apenas agora o vídeo está ganhando força na internet, com mais pessoas compartilhando as ideias da ativista, segundo informações do Christian Post.
Masha Gessen diz que considerada irracional a luta pelo casamento gay pois “envolve mentir sobre o que vamos fazer com o casamento quando chegarmos lá. Nós mentimos que a instituição do casamento não vai mudar, e isso é uma mentira… A instituição do casamento vai mudar e deve mudar”, disse, citando a estrutura familiar incomum que ela participa.
Devido ao divórcio de seu primeiro marido, e à sua relação atual com uma mulher, Masha afirma que seus três filhos possuem mais pais que as crianças filhas de casais héteros: “Eu tenho três filhos que têm cinco pais, mais ou menos, e eu não vejo por que eles não deveriam ter cinco pais legalmente”, disse Gessen.
A entidade de proteção ao casamento Protect Marriage criticou os conceitos de Masha Gessen: “A jurisprudência americana reconheceu há muito tempo, que o casamento é a base da família e da sociedade, sem ele não haveria nem civilização, nem progresso”, pontuou o comunicado divulgado no site oficial da entidade. “A criação, nutrição e socialização da próxima geração é realizada principalmente através da unidade familiar”, definiu.
Ainda segundo o texto, “o casamento tradicional tem como objetivo fornecer a cada criança uma mãe e um pai que são responsáveis ​​uns pelos outros, por seus filhos, e pelo bem comum. Ao identificar crianças com seus pais, o sistema social poderosamente motiva os indivíduos a estabelecer-se em uma união procriadora e duradoura para cuidar da prole resultante da união”.

Pastor Marco Feliciano coloca projeto apelidado de “cura gay” na pauta de votação da Comissão de Direitos Humanos

Pastor Marco Feliciano coloca projeto apelidado de “cura gay” na pauta de votação da Comissão de Direitos HumanosO polêmico projeto apelidado pela mídia de “cura gay” foi colocado em pauta de votação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados pelo deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP).
O projeto, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, resume-se a um decreto legislativo que derruba uma determinação do Conselho Federal de Psicologia (CFP) e libera os psicólogos para atenderem pacientes que busquem ajuda profissional para mudar sua orientação sexual e isenta de punição os profissionais que se pronunciem sobre a questão.
Atualmente, o CFP proíbe que os profissionais de psicologia recebam pacientes que busquem tratamento ou orientação em busca de mudar sua orientação homossexual.
O relator do projeto, deputado Anderson Ferreira (PR-PE), manifestou-se favorável à proposta, dizendo que ela “constitui uma defesa da liberdade de exercício da profissão e da liberdade individual de escolher um profissional para atender a questões que dizem respeito apenas à sua própria vida”.
João Campos, autor do projeto, justificou a iniciativa dizendo que “o Conselho Federal de Psicologia, ao restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional extrapolou o seu poder regulamentar”.
Ivan Augusto, presidente do Conselho Regional de Psicologia do Distrito Federal (CRP-DF), afirmou que a entidade é contra o tratamento de homossexuais pelo fato de que a homossexualidade não ser considerada doença, de acordo com informações do G1. “O que a gente quer é que sendo uma questão que não tem um diagnóstico, é muito difícil dar opinião sobre como pessoa gosta de ser. Até hoje não vi ninguém ser tratado. Não é nenhum problema, é uma solução de cada um”, afirmou Augusto.
Feliciano também incluiu na pauta da próxima sessão a apreciação dos projetos que criminalizas a discriminação contra heterossexuais e que especificam atos considerados crimes de discriminação e preconceito, indo além da atual lei do racismo.
A assessoria do pastor Marco Feliciano afirmou que os projetos foram colocados em pauta por estarem na lista de propostas que devem ser analisadas pela CDHM: “O presidente da comissão coloca em pauta de votação. Se existe estratégia de votação, isso deve partir dos deputados”, observou Feliciano.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pastora Lanna Holder diz que fez “tudo que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, e não deu certo”; Confira

A pastora Lanna Holder, fundadora da igreja inclusiva Comunidade Cidade de Refúgio, e sua companheira, a cantora Rosania Rocha, concederam uma entrevista falando sobre seu histórico de polêmicas no meio evangélico.
Pastora Lanna Holder diz que fez “tudo que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, e não deu certo”; ConfiraLanna, que se tornou um caso peculiar por ser, ao mesmo tempo, ex-lésbica e ex-hétero, afirmou que a conversão ao Evangelho a livrou do vício, mas não de sua orientação homossexual: “Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica, não deu certo”, disse ao site Vírgula.
“Eu tinha 21 anos quando me converti à religião por achar que iria para o inferno por causa de minha orientação sexual. Eu usava drogas, era alcoólatra e quando me converti essa parte da minha vida deixou de existir. A religião funcionou como um processo de restauração na minha vida, mas a minha orientação sexual nunca foi alterada. Eu nunca vivenciei nenhum processo de cura, mesmo assim segui numa busca constante para deixar de ser lésbica. Eu pensava: ‘Deus me libertou das drogas e do alcoolismo e não consegue me libertar da homossexualidade?’”, revelou a pastora.
Lanna Holder também criticou as igrejas que pregam a teologia tradicional, que aponta a relação entre pessoas do mesmo sexo como pecado: “Na igreja, a homoafetividade é apresentada ou como uma possessão demoníaca ou como uma doença. Eu tentava lidar com as duas coisas. ‘Se é uma doença, Deus vai ter que curar e se eu estiver possessa de algum espírito maligno, Deus vai ter que me libertar’. Tentei por sete anos”, disse.
Para Lanna Holder, as demais igrejas não se tornam inclusivas por não saberem como lidar com o assunto: “Cheguei à conclusão de que a religião demoniza tudo o que ela não explica e não entende. A homossexualidade é uma questão muito cheia de ramificações e interpretações. A própria igreja não chega a um consenso sobre o que pensa a respeito. Enquanto tem uma parte que garante que é uma possessão demoníaca, outra parte tem certeza de que é uma doença. Por mais que no fundo a igreja saiba que a homossexualidade não é abominável, ela se recusa a corrigir um erro. É difícil voltar atrás e reconhecer que errou depois de milênios condenando os homossexuais. É mais fácil manter como está”, afimou.
Sua esposa, Rosania, afirma que depois de 20 anos nos Estados Unidos, sendo altamente reconhecida no meio evangélico, passou a ser evitada pelas pessoas próximas quando revelou o caso extraconjugal com a pastora Lanna Holder. Na época, ambas eram casadas com pastores, e já tinham filhos.
“Quando tudo aconteceu, tudo mudou. Eu entrava no banheiro para passar um batom, e as mesmas pessoas que se diziam minhas amigas, saíam imediatamente. Se tivéssemos nos apaixonado por outros homens e cometido adultério do mesmo jeito, a reação teria sido completamente diferente. Passaríamos por um período de disciplina e nossos ‘amigos’ continuariam por perto. Como me apaixonei por uma mulher, subi ao púlpito e pedi perdão por ser quem eu era, mas nunca mais consegui me encaixar na igreja. Me usavam para pregar sobre pecado e aquilo acabou se tornando um circo”, desabafou Rosania.
Segundo ela, a convivência com o ex-marido é pontual mas amistosa, e seu filho, atualmente com 15 anos, também se relaciona bem com Lanna: “De toda essa história, a coisa mais legal é a nossa relação com nossos filhos. Somos uma família incrível, agimos de maneira muito natural. Meu filho ama a Lanna e adora conversar com ela. Aliás, ele conta mais coisas pra ela do que pra mim. Não tem como uma pessoa afirmar que uma família constituída por gays não é coisa de Deus. Somos uma família feliz que vive em harmonia”
Segundo Lanna, a Cidade de Refúgio atualmente tem 500 membros, e é uma igreja que não se diferencia em nada das demais, exceto pela aceitação à homossexualidade: “Se alguém entrar aqui sem saber que é uma igreja inclusiva vai achar que é uma igreja evangélica como qualquer outra. Sexo é só depois do casamento, temos dízimos e ofertas, louvamos a palavra de Deus… A Bíblia do gay é a mesma do hetero, a única diferença é que interpretamos diferente a questão da homossexualidade. Não somos ativistas gays, mas acreditamos na inclusão”, discursou.
Sobre a polêmica mais atual em torno da homossexualidade, envolvendo o pastor Marco Feliciano, Rosania Rocha afirmou: “A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: ‘cresça’! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Pastor chama atenção por misturar lições sobre a Bíblia com aulas de tiro

Na pequena cidade de Beuamont, o estado norte americano do Texas, James McAbee, pastor de uma igreja Pentecostal, começou a chamar atenção d imprensa depois com começou a ensinar dois adolescentes que roubaram uma construção a disparar uma arma.
Pastor chama atenção por misturar lições sobre a Bíblia com aulas de tiroHá dois anos o pastor começou a dar as aulas para os dois adolescentes, depois que eles foram condenados por um juiz a freqüentar um programa de recuperação. O pastor assumiu a recuperação dos jovens, e disse que iria ensiná-los lições sobre a Bíblia e também os daria aulas de tiro
Depois disso, ele ficou conhecido como “o pastor atirador”, e decidiu usar essa fama dando lições de tiro para todos que se interessassem, juntamente com lições bíblicas. Atualmente, mais de 100 pessoas freqüentam as aulas pastor, que custam US$ 50 por aluno. Ele desenvolveu também um aplicativo para celulares e tablets, onde ele ensina as pessoas a usar uma arma. O custo é o mesmo e tem “alunos virtuais” em todo o país.
Com sua Glock .40 em uma mão e a Bíblia na outra, o pastor cita as Escrituras para justificar sua decisão de ensinar as pessoas a usar armas. “Bendito seja o Senhor, minha rocha, que treina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a batalha” Salmo 144:1 e Lucas 22:36 “Mas agora, aquele que tiver bolsa, tome-a, e também o alforje; e o que não tem espada, venda a sua capa e compre uma”.
De acordo com o jornal LA Times, o pastor conta que cresceu em Clover, uma área rural da Carolina do Sul, onde seu avô lhe ensinou a caçar ainda na infância. Sua mãe era policial e sempre estava armada, então, para ele, viver com as armas sempre foi uma coisa normal.
Quando ele tinha 9 anos, sua mãe foi baleada e acabou paralisada. Ele cresceu e logo caiu nas drogas e no crime. Aos 18 anos foi condenado a dois anos de prisão por invadir uma casa e agredir o proprietário. Na penitenciária, ele começou a ler a Bíblia que seu avô lhe tinha dado e começou a participar de reuniões de estudos bíblicos.
Mais tarde, estudou teologia e, ao sair da cadeia, McAbee foi ordenado pastor das Assembléias de Deus, casou-se e teve filhos. Ele então entrou com duas ações judiciais para limpar seu nome e, em 2009, recebeu do governo permissão para registrar armas em seu nome. A primeira delas foi um rifle, porque ele gosta de caçar veados. Além do rifle de caça, o pastor tem também um revólver calibre 38, uma pistola .40 e um fuzil AR-15. Sua esposa também anda sempre armada, e ambos vão armados para a igreja.
Líder de uma congregação de 30 membros, James McAbee é freqüentemente criticado por ensinar as pessoas a usarem armas, mas se defende afirmando acreditar que a Bíblia ensina a paz, mas que ele não vai deixar outras pessoas o machucarem.
- As pessoas pensam que eu sou apenas mais um tolo que carrega uma arma, mas não é. Eu não quero magoar ninguém. Eu acredito que a Bíblia ensina a paz. Mas isso não significa que eu vou deixar outras pessoas me machucarem – explica o pastor.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Pastor Abílio Santana desafia apresentador Jô Soares a mostrar milagre ocorrido no Congresso de Missões dos Gideões.


Pastor Abílio Santana desafia apresentador Jô Soares a mostrar milagre ocorrido no Congresso de Missões dos Gideões; AssistaDurante a 31ª edição do Congresso de Missões dos Gideões, o pastor Abílio Santana desafiou o apresentador Jô Soares, da TV Globo, a mostrar um milagre de cura que havia acontecido no evento.
Abílio se preparava encerrar o seu sermão, quando fiéis apontaram na direção de uma senhora com deficiência física que havia se levantado e segurava sua cadeira de rodas com as mãos, mostrando que tinha recebido um milagre.
“O aleijado acabou de se levantar”, gritou Abílio, que foi acompanhado pelos fiéis no momento de êxtase. “A nação sacerdotal está viva”, repetiu diversas vezes o pastor, que foi abraçar a mulher.
“Filma isso, Jô Soares”, gritou o pastor. O desafio foi feito porque durante uma das edições de seu programa, o apresentador afirmou que não entendia como aconteciam tantos milagres de cura nos programas evangélicos veiculados na TV.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Igreja excomunga padre por defender homossexuais


A Igreja Católica anunciou nesta segunda-feira a excomunhão do padre Roberto Francisco Daniel, o padre Beto, de Bauru (SP). O padre é acusado de cometer heresia e de ferir os dogmas da fé religiosa ao divulgar na internet suas opiniões sobre o tratamento dado pela Igreja Católica aos temas sexuais. Nos vídeos, o padre critica a igreja por manter uma posição considerada retrógrada sobre a relação de parceiros bissexuais e do mesmo sexo.
 
Segundo a Diocese de Bauru, o padre Beto foi excomungado por um padre perito em Direito Canônico, nomeado juiz, chamado pelo bispo de Bauru, Dom Frei Caetano Ferrari, para estudar a situação. Ao analisar o caso, o juiz chegou à conclusão de que Beto poderia ser excomungado e também enfrentar um processo de demissão do Estado Clerical, que será enviado para o Vaticano. A Igreja se revoltou porque as opiniões do padre chegaram em vídeos enviados à Confederação Nacional dos Bispos, ao Núncio Apostólico e até ao Vaticano.
 
O anúncio de excomunhão foi feito em nota divulgada pelo bispado e assinada por um Conselho Presbiterial Diocesano. A nota explica a convocação do padre perito em Direito Canônico, nomeado como juiz-instrutor e diz que houve tentativa de um último diálogo, mas que Beto reagiu agressivamente, recusando o diálogo. Diante da negativa, que teria ocorrido na presença de cinco membros do Conselho dos Presbíteros, decidiu-se pela excomunhão.
 
"O referido padre feriu a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor (obediência esta que prometera no dia de sua ordenação sacerdotal), incorrendo, portanto no gravíssimo delito de heresia e cisma cuja pena prescrita no cânone 1364, parágrafo primeiro do Código de Direito Canônico é a excomunhão anexa a estes delitos", diz a nota.
Fogueira
Padre Beto disse que foi pego de surpresa. Pelos vídeos divulgados há duas semanas, ele foi advertido pelo bispo de que deveria retirar os vídeos da rede social e internet e fazer uma retratação, cujo prazo terminaria nesta segunda, mas ao chegar pela manhã para entregar a carta de demissão, ele foi levado para uma sala, onde havia cinco pessoas, o juiz e uma cadeira vazia. "Fiquei surpreso porque fui cumprir o combinado com o bispo, que era para eu manifestar até hoje e não participar de uma reunião", contou padre Beto.
 
"Quando me sentei na cadeira, perguntei se aquilo era um tribunal e se a cadeira era para o réu. Como me disseram que era e que eu seria o réu, eu me levantei e disse que estava ali para entregar a carta, mas eles me disseram que não aceitaria a carta e que eles é que iriam me demitir", contou. A situação, segundo Beto não durou mais de sete minutos. Ele então registrou a carta em cartório para que fosse levada ao bispo por um oficial de Justiça, mas o bispo não a recebeu.
 
Demissão
Padre Beto disse que não vai tomar qualquer procedimento com relação ao caso. "Dou graças a Deus que hoje em dia não existe mais fogueira, senão eu estaria queimado a essa hora", afirmou. Segundo o padre, ele vai sobreviver com as aulas que leciona em três em faculdades, em cursinhos de segundo grau e com suas palestras. Para ele, sua excomunhão e possível demissão tem outra causa. "É fruto de intrigas ''hierárquicas'', de colegas e gente invejosa que existem dentro da igreja", disse.
 
O bispado informou que o juiz-instrutor tem autoridade para fazer a excomunhão. O juiz e o bispo não quiseram dar entrevista, mas a igreja informou que padre está excomungado, privado de celebrar e receber todos os sacramentos e que enfrentará agora um processo de demissão do Estado Clerical. O processo é sigiloso, iniciado na Diocese e enviado ao Vaticano por se tratar de matéria reservada à Santa Sé, que é a responsável pela sentença definitiva. A partir daí, o réu não poderá mais se chamado de padre e fica impedido do exercício do ministério sacerdotal. Já a excomunhão é a privação da recepção de qualquer sacramento, mas se o padre demonstrar arrependimento a Igreja poderá retirar a excomunhão, mas não a demissão do Estado Clerical.
 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Lideranças eclesiásticas do RN se reúnem em Assu para prestigiar aniversário do Pr. Alfredo Luiz de Melo

Pastores: Edmar Rosa, Alfredo Luiz e Martim Alves da Silva
Na última segunda-feira (22), o pastor Alfredo Luiz de Melo, Pastor Supervisor da AD em Assu-RN, recebeu centenas de obreiros de todo o estado em dia de homenagens.
165396_156560737846245_781490845_nComemorando seu primeiro ano de atividades pastorais e seu aniversário de 64 anos, o pastor Alfredo, ladeado de sua digníssima esposa, a irmã Eliete, foram prestigiados pelo Pr. Martim Alves da Silva (Presidente da CEMADERN/IEADERN), encabeçando comitiva de pastores, entre eles o pastor Francisco Cícero Miranda (Mossoró), que durante a programação festiva foi homenageado pelo anfitrião, tendo seu nome no auditório inaugurado em anexo ao templo.
O auditório com assentos para 100 pessoas, segundo comentários, é um dos mais belos da cidade, e recebeu o nome de “Pr. Francisco Cícero Miranda”. Uma justa homenagem, já que o pastor Miranda pastoreou a AD em Assu por dez anos, sendo substituído pelo aniversariante.
O pastor Alfredo inaugurou além do auditório, novas dependências no templo sede, e três novos templos localizados em Morada Nova, Porto do Piató e Novos Pingos.
O Culto de Ação de Graças foi presidido pelo pastor Martim Alves da Silva, ladeado pelo Pr. Edmar Rosa e diretoria da IEADERN.
Além das autoridades eclesiásticas, políticos e membros da sociedade assuense participaram desta grandiosa festividade.
Em conversa com o blog, o pastor Alfredo disse sentir-se renovado, com muito ânimo para trabalhar, pois vive o seu melhor momento ministerial. Segundo ele, muitas outras inaugurações se seguirão.
“FESTA NO VALE” – FOTOS DO IRMÃO PIAUÍ
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Auditório Francisco Cícero Miranda
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Congregações Inauguradas:
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